Tabela NCM para Restaurantes 2026: Lista Completa + Como Usar na Prática
Cadastrar produto novo no PDV e travar no campo NCM é cena recorrente em restaurante. Parece detalhe, mas é uma das principais causas de autuação fiscal no setor. É o tipo de erro que se acumula em silêncio mês após mês, até a fiscalização cruzar dados do SPED e a conta chegar com juros. NCM trocado também trava NFC-e no horário de pico, justamente quando o caixa precisa rodar.
Este guia organiza a tabela NCM para restaurantes por categoria (alimentos, bebidas, marmitex, delivery) e cobre quando usar cada código, como descobrir a classificação correta e como evitar os erros que mais aparecem em fiscalização. Linguagem da operação real, não de prova para concurso de auditor fiscal.
O NCM é o código de 8 dígitos que identifica a mercadoria na nota fiscal, padronizado no Mercosul. Todo restaurante que emite NFC-e ou NF-e (comida, bebida, marmitex, delivery) precisa cadastrar o NCM correto de cada item do cardápio. Os mais usados no setor: 1905.90.90 (pizza, salgados, lanches), 2202.10.00 (refrigerante), 2203.00.00 (cerveja), 2201.10.00 (água mineral). Configurar isso desde o início, junto com o contador, reduz risco de autuação retroativa e de rejeição da NFC-e por código inválido.
O que é NCM e para que serve no restaurante?
NCM significa Nomenclatura Comum do Mercosul: código de 8 dígitos usado para classificar mercadorias dentro do bloco econômico que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Cada produto físico que circula no comércio tem um NCM correspondente.
Na rotina do restaurante, o NCM aparece em três momentos:
- No cadastro do produto dentro do sistema de gestão ou PDV
- Na emissão da nota fiscal (NFC-e ou NF-e) para o cliente final
- Na conferência de notas de fornecedores, para garantir que o que entra está classificado de forma compatível com o que sai
O código tem função dupla: padroniza a comunicação com o fisco e define o tratamento tributário de cada item. Ao emitir uma NFC-e de uma porção de fritas com refrigerante, o sistema usa o NCM de cada produto para calcular IPI, PIS, Cofins e ICMS. Errar o código significa calcular imposto errado.
Restaurante precisa usar NCM? Quando é obrigatório
A resposta curta é: depende do que está sendo vendido e de qual nota é emitida. Vale destrinchar a parte prática.
Quando o NCM é obrigatório
Sempre que houver circulação de mercadoria e a emissão for de NFC-e (modelo 65) ou NF-e (modelo 55), o NCM é obrigatório em cada item. Isso cobre praticamente toda a operação típica do setor:
- Venda no balcão com cupom fiscal eletrônico
- Pedido de delivery próprio com NFC-e
- Pedido vindo do iFood, Aiqfome, 99Food ou outro marketplace
- Marmitex e quentinha vendidos na rua ou em condomínio
- Bebidas vendidas separadamente
- Produtos industrializados revendidos (refrigerante em lata, cerveja, etc.)
| Produto | NCM | Descrição |
|---|---|---|
| Refrigerante (cola, guaraná) | 2202.10.00 | Águas adicionadas de açúcar e aromatizadas |
| Suco de fruta industrializado | 2009.89.00 | Sucos de outras frutas, não fermentados |
| Suco natural feito no restaurante | 2009.89.00 | Sucos de frutas não fermentados (varia por fruta, ver NCM do suco) |
| Cerveja em garrafa/lata | 2203.00.00 | Cervejas de malte |
| Vinho tinto / branco | 2204.21.00 | Vinhos em recipientes de até 2 litros |
| Cachaça / aguardente | 2208.40.00 | Rum e outras aguardentes de cana |
| Água mineral | 2201.10.00 | Águas minerais e gaseificadas |
| Água com gás | 2201.10.00 | Águas gaseificadas |
| Café em xícara (preparado) | 2101.11.10 | Extratos de café |
| Energético | 2202.99.00 | Outras bebidas não alcoólicas |
| Produto | NCM | Descrição |
|---|---|---|
| Marmitex (refeição pronta mista) | 2106.90.90 | Preparações alimentícias não especificadas |
| Marmitex à base de carne | 1602.50.00 | Preparações de carne bovina |
| Marmitex à base de frango | 1602.32.00 | Preparações de galos/galinhas |
| Lasanha pronta (congelada) | 1902.20.00 | Massas alimentícias recheadas |
| Pizza pronta | 1905.90.90 | Produtos de panificação preparados |
| Hambúrguer congelado (industrializado) | 1602.50.00 | Preparações de carne bovina temperada (ver NCM do hambúrguer) |
| Lanche montado na lanchonete | — | Sem NCM próprio: industrialização do estabelecimento, sai por CFOP 5101 (RICMS-SP art. 4º I "a") |
| Sushi / temaki | 2106.90.90 | Preparações alimentícias diversas |
| Salgados (coxinha, pastel) | 1905.90.90 | Produtos de panificação salgados |
| Açaí na tigela com complementos | 2106.90.90 | Preparação composta sem caráter essencial definido (ver NCM do açaí) |
| Sorvete (com leite) | 2105.00.10 | Sorvetes e produtos similares |
| Sopa pronta / caldo | 2104.10.00 | Preparações para caldos e sopas (ver NCM da refeição) |
| Salada pronta (mix vegetal) | 2106.90.90 | Preparações alimentícias diversas |
| Produto | NCM | Descrição |
|---|---|---|
| Arroz beneficiado | 1006.30.21 | Arroz polido, branco, embalado |
| Feijão preto / carioca | 0713.33.99 | Feijão seco em grão |
| Carne bovina fresca | 0201.30.00 | Carne bovina sem osso, fresca ou refrigerada |
| Carne bovina congelada | 0202.30.00 | Carne bovina sem osso, congelada |
| Carne suína | 0203.29.00 | Carne de suíno, fresca ou refrigerada |
| Frango (peito, coxa, etc.) | 0207.14.00 | Pedaços de galos/galinhas, congelados |
| Massa para macarrão (seca) | 1902.19.00 | Massas alimentícias não cozidas, sem ovos |
| Massa fresca (lasanha, ravióli) | 1902.20.00 | Massas recheadas |
| Pão francês / pão de forma | 1905.90.90 | Produtos de panificação |
| Queijo mussarela | 0406.10.10 | Queijo fresco |
| Óleo de soja | 1507.90.11 | Óleo refinado, em embalagem para varejo |
| Açúcar refinado | 1701.99.00 | Açúcar de cana refinado |
| Sal de cozinha | 2501.00.20 | Sal de mesa |
| Tempero pronto / molhos | 2103.90.21 | Preparações para temperar e molhos |
Quando o NCM não se aplica
Quando o estabelecimento opera exclusivamente como prestador de serviço e emite apenas NFS-e (nota de serviço, ISS municipal), o NCM não entra na equação. É o caso de alguns buffets fechados que faturam o evento como serviço completo.
Na prática brasileira, contudo, a quase totalidade dos restaurantes opera em regime misto (mercadoria mais serviço) ou puramente como mercadoria. Por isso, o NCM ocupa lugar fixo na rotina.
Diferença entre venda de produto e venda de serviço
Esse é um ponto que costuma confundir. Em regra geral simplificada:
| Tipo de operação | Nota emitida | Usa NCM? |
|---|---|---|
| Venda no balcão / consumo no local | NFC-e | Sim |
| Delivery próprio | NFC-e | Sim |
| Venda via iFood/Aiqfome/99Food (com nota emitida pelo restaurante) | NFC-e | Sim |
| Marmitex / comida pronta | NFC-e | Sim |
| Buffet de evento (pacote fechado) | NFS-e (ISS) | Não |
| Venda de mercadoria para outra empresa (PJ) | NF-e | Sim |
Qual a tabela NCM completa para restaurantes por categoria?
Esta é provavelmente a parte que motivou a busca pelo guia. Os códigos NCM mais usados em restaurantes aparecem aqui organizados por categoria, justamente para facilitar a consulta no cadastro do sistema. São códigos comuns no setor; como cada produto tem composição própria, vale validar com o contador antes de gravar definitivamente no PDV.
Como descobrir o NCM correto de um produto?
Há quatro caminhos confiáveis para descobrir o código NCM de alimentos e bebidas. Em caso de dúvida, vale combinar mais de um. Cruzar a informação evita erro silencioso.
1. Nota fiscal do fornecedor
É o caminho mais rápido e prático. Quando o fornecedor entrega o pacote de arroz, a caixa de refrigerante ou a peça de carne, a nota fiscal de entrada já chega com o NCM classificado. Para insumos revendidos exatamente como vieram do fornecedor (uma lata de refrigerante, por exemplo), basta replicar o NCM no cadastro do restaurante.
A atenção fica em torno da transformação do produto. Quando se compra arroz cru e ele é vendido como prato pronto, o NCM muda, porque o item que sai do balcão já não é mais arroz, e sim uma preparação alimentícia.
2. Tabela TIPI da Receita Federal
A TIPI (Tabela de Incidência do IPI) é a fonte oficial. Reúne todos os NCMs vigentes no Brasil, está publicada no site da Receita Federal e é atualizada por decretos e resoluções.
É confiável, mas tem um lado pouco amigável: é técnica, longa e nada fácil de navegar. Para o restaurante consultar a TIPI a cada produto novo, perde-se muito tempo. Daí ela costuma servir como validação final, não como ponto de partida da pesquisa.
3. Contador
É quem dá a palavra final nas dúvidas mais cabeludas. O contador conhece o regime tributário do restaurante, as particularidades do estado e tem acesso a ferramentas de classificação fiscal. Para produtos novos no cardápio, especialmente preparações compostas (marmitex, sushi, prato executivo), vale confirmar com ele antes de cadastrar.
4. Sistema de gestão para restaurante
Um sistema de gestão sério ajuda a manter o cadastro de produto organizado, com NCM, CFOP e demais campos fiscais preenchidos antes de o item ir para o cardápio. Isso reduz o risco de erro operacional, sobretudo em restaurante com cardápio extenso ou alta rotatividade de itens.
O ganho prático é direto: cadastro padronizado, menos retrabalho no fechamento mensal e dado fiscal consistente entre o cadastro de produto e a emissão de NFC-e.
Quais são os erros mais comuns ao usar NCM em restaurantes?
Em fiscalizações reais, alguns erros aparecem com frequência. Conhecê-los antecipadamente economiza muito dinheiro:
Usar código errado por descuido
Acontece sobretudo quando o caixa cadastra um produto novo na correria do horário de pico, escolhe qualquer NCM da lista que pareça compatível e ninguém revisa depois. Três meses adiante, o restaurante já emitiu centenas de notas com classificação incorreta.
Copiar de fontes informais
Blogs aleatórios, fóruns e grupos de WhatsApp são péssimas fontes para NCM. A informação pode estar desatualizada, errada ou aplicada a um produto de composição diferente. O caminho seguro é sempre fonte oficial ou validação do contador.
Não atualizar a tabela
A TIPI muda. Códigos são desativados, outros são criados, descrições recebem ajuste. Se o cadastro de produtos ficou parado por dois anos, é praticamente certo que existe NCM desatualizado lá dentro. Revisão anual é o mínimo.
Confundir produto com serviço
Restaurante que aceita pedido de evento (buffet, casamento, festa de empresa) costuma misturar nota de mercadoria com nota de serviço sem critério. Esse cenário embaralha NCM, CFOP e regime tributário. Vale alinhar com o contador qual operação é mercadoria e qual é serviço, e padronizar isso no sistema.
Cadastrar o mesmo produto duas vezes com NCMs diferentes
Em redes com várias lojas, é comum o "Refrigerante 350ml" aparecer em uma unidade com NCM 2202.10.00 e em outra com um código antigo. O resultado é divergência fiscal entre filiais e dor de cabeça em auditoria. A saída é centralizar o cadastro de produto em um único ponto.
Qual o NCM de marmitex e comida pronta no delivery?
Essa é uma das áreas que mais geram dúvida. Marmitex, quentinha, comida pronta congelada e refeições montadas em embalagem para viagem têm classificação fiscal própria, distinta da matéria-prima usada no preparo.
Marmitex tradicional (arroz, feijão, carne, salada)
Quando o restaurante vende marmitex como mercadoria, a classificação geralmente cai em um destes códigos, dependendo da composição predominante:
- 2106.90.90 ( Preparações alimentícias diversas; uso comum para marmitex misto )
- 1602.50.00 ( quando há predominância de carne bovina preparada )
- 1602.32.00 ( quando há predominância de frango preparado )
O ponto técnico está no conceito de "predominância". Se 60% do volume da marmitex é carne preparada, parte dos contadores classifica como 1602. Quando há mistura proporcional dos componentes, o 2106.90.90 costuma ser o caminho. É um juízo técnico que varia entre profissionais. Por isso a importância de definir um padrão interno e segui-lo de ponta a ponta.
Pizza, hambúrguer e sanduíches no delivery
Pizza pronta cai em 1905.90.90 (produto de panificação com recheio ou cobertura). Já o hambúrguer e sanduíche montados na lanchonete não têm NCM próprio: a operação é tratada como industrialização do estabelecimento e sai por CFOP 5101 (venda de produção do estabelecimento), conforme RICMS-SP art. 4º, I, "a". O NCM do hambúrguer detalha o racional, incluindo o tratamento de cada insumo (carne, pão, queijo) no estoque.
Sushi, temaki e culinária oriental
Por se tratarem de preparações compostas que não se encaixam claramente em capítulos específicos, costumam ser classificadas em 2106.90.90.
Pedidos via iFood, Aiqfome, 99Food e marketplaces
O NCM é o mesmo do produto vendido no balcão. O que muda é o canal de venda, não a mercadoria. Se o pedido sai do iFood com nota emitida pelo restaurante, o NCM do hambúrguer é o mesmo independentemente de o pedido ter ido pelo motoboy ou sido consumido na mesa.
O que acontece se usar NCM errado na nota fiscal?
Errar NCM está longe de ser erro inofensivo. Os efeitos vão se acumulando e podem virar passivo fiscal sério. Entre os principais riscos:
Multa por erro de classificação
A legislação prevê multa de 1% sobre o valor da operação por erro de classificação fiscal, com valor mínimo definido em norma. Em um restaurante que fatura R$ 100.000 por mês, esse percentual representa valor relevante quando o erro é sistêmico em todo o cardápio.
Recolhimento incorreto de tributos
NCM diferente significa alíquota diferente de IPI, PIS, Cofins e ICMS. Caso o restaurante tenha recolhido menos do que devia em razão de NCM errado, o fisco cobra a diferença com juros e correção.
Inconsistência em fiscalização cruzada
O fisco cruza as informações entre nota de fornecedor (entrada) e nota de venda (saída). Quando a entrada está com NCM "X" e a saída sai com NCM "Y" sem nenhuma transformação industrial, o sistema gera relatório automático e a intimação aparece em seguida.
Bloqueio na emissão de NFC-e
NCM inválido ou desativado faz a SEFAZ rejeitar a nota na hora da emissão. O resultado prático é cliente esperando no balcão, fila parada e caixa travado. Exatamente o tipo de problema que aparece no horário de pico.
Como facilitar o uso de NCM no dia a dia do restaurante?
Tratar NCM como problema isolado é receita para erro contínuo. O caminho passa por integrar a classificação à rotina do restaurante. Algumas práticas que funcionam bem:
Padronize o cadastro de produto
Use um modelo único de cadastro: todo produto novo entra no sistema com NCM, CFOP, CST/CSOSN e alíquotas validados antes de ir para o cardápio. Sem essa validação, o item não fica disponível para venda no PDV.
Mantenha um padrão entre lojas
Em restaurante com mais de uma loja, vale combinar com o contador um cadastro mestre de produtos, com NCM, CFOP e alíquotas definidos, e replicar manualmente em cada unidade. Esse cuidado evita o cenário clássico em que a loja A vende refrigerante com NCM correto e a loja B com código antigo.
Faça revisão semestral
A cada seis meses, vale gerar um relatório de produtos cadastrados e cruzá-lo com a TIPI vigente. Códigos desativados saltam à vista. É um trabalho de meia hora que evita problema sério em auditoria.
Use sistema de gestão integrado
Um sistema de gestão sério mantém o NCM no cadastro do produto, junto com CFOP e demais campos fiscais. Isso evita o caixa lançar código solto na hora do pico e faz a NFC-e sair com a classificação que o contador validou.
Treine o caixa
O operador de caixa não precisa se transformar em especialista fiscal, mas precisa saber que NCM existe, que cada produto tem o seu e que cadastro de produto novo não pode ser feito no improviso. Surgindo um item desconhecido, a regra é parar e chamar o gerente.
Como o SisFood entra na gestão de NCM no restaurante?
Antes de qualquer coisa, um aviso honesto que o próprio sistema mostra dentro do módulo fiscal: o SisFood emite a nota, mas a responsabilidade pela classificação fiscal (NCM, CFOP, CST, alíquotas) é do contador do restaurante. O sistema não valida automaticamente esses campos contra a SEFAZ antes de transmitir.
O que o SisFood faz é dar a estrutura para o cadastro ficar organizado e a nota sair com o que foi configurado:
Campo NCM no cadastro de produto: cada item do cardápio tem seu NCM gravado uma vez, junto com CFOP, CST/CSOSN e alíquotas. Quando a NFC-e é emitida, o sistema usa o que está no cadastro.
CFOP via dropdown no produto: o cadastro lista os CFOPs típicos do setor (5101, 5102, 5104, 5403, 5405, 6152). O usuário escolhe na hora do cadastro e o código é usado nas notas seguintes. Para operação interestadual, o indicador "interna ou interestadual" é marcado manualmente no momento de gerar a NF-e.
NFC-e e NF-e em um só lugar: emissão, cancelamento, carta de correção, inutilização de faixa, modo contingência da NFC-e, download de XMLs mensais e importação de NF-e por XML. A operação fiscal acontece dentro do mesmo ambiente em que o pedido é fechado.
O ganho prático é centralizar cadastro e emissão em um único lugar, com o contador definindo as classificações e o caixa apenas operando o pedido.
Perguntas Frequentes sobre NCM em Restaurantes
Conclusão: NCM bem cadastrado é dinheiro economizado
NCM parece detalhe burocrático, mas na operação real do restaurante é uma das engrenagens silenciosas que decidem se o caixa vai fluir ou travar, se a fiscalização vai passar liso ou virar dor de cabeça e se o estabelecimento vai recolher imposto correto ou pagar multa por classificação errada.
O caminho prático é direto: organizar o cadastro de produto, padronizar com o contador, revisar com frequência e operar com um sistema de gestão que assuma essa rotina automaticamente. O restaurante que trata NCM como prioridade gasta menos com fiscal, vende mais rápido no horário de pico e dorme com mais tranquilidade.
No fim, cada minuto economizado em retrabalho fiscal vira tempo investido no que importa: cozinha, atendimento e crescimento.
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NCM no cadastro do produto, NFC-e saindo direito
O SisFood mantém o NCM, CFOP, CST e alíquotas no cadastro de cada item. O contador valida uma vez, e a NFC-e sai com o que foi configurado. Veja como funciona na rotina do restaurante.
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